Milão. 12 horas. (ou o que fazer em Milão quando você só tem umas 8 horas).


Bom, como combinado, vou dar umas dicas do que fazer em Milano se você tem pouco tempo. Demorei um pouco por que está bem complicado achar apartamento aqui em Turim e, tão logo tenha um fechado, monto um post com a minha experiência da busca do apê.

Estas dicas estão longes de serem as “dicas dos lugares mais legais de Milano ever“. Foram os lugares possíveis de se visitar no tempo que tínhamos lá. Mas com certeza são lugares pelo menos muito interessantes de se conhecer.

Bom, como eu já havia dito no post anterior o meu amigo Ticiano estava me aguardando em Milão. O Ticiano está há um ano e pouco já na Itália, fez a mesma coisa que eu só que um pouco mais hardcore, já que veio sozinho, com a cara e a coragem.

Chegando em Milão

Aí já viu. Juntou a sede e a vontade de beber. A ideia era sair passando em cada lugar massa e tomar pelo menos uma cerveja. Depois que saímos de hotel, um hotelzinho muito bom por sinal, chamado hotel Lancaster, que fica na Via Abbondio Sangiorgio, 16, colocamos o pé na rua e, devo admitir: estava seco por uma boa cerveja. Precisando mesmo.

Logo perto do hotel encontramos o primeiro pub: o PilsPub. Lugarzinho legal onde tomamos a PilsnerUrquell, que parecia ser a cerveja da casa. O atendimento deixa um pouco a desejar, já que o pessoal do bar nos viu chegando e nem veio ver o que queriamos. Mas no fim nos atenderam e acabamos tomando duas rodadas de cerveja e comendo.umas batatinhas.

Belo lugar para começar.

Dali, saímos para dar uma caminhada pelo Parco Sempione e arredores. Passamos pelo Castelo Sforzesco e começamos a partir em direção ao Duomo di Milano.

Nem preciso dizer o quanto é legal o lugar. Fui conhecer a galeria Vitório Emanuelle II, girei no saco do Touro (mais informações aqui) e partimos comer uns Panzerotti no Luini (segundo muita gente, o melhor de Milão), que fica na Via Santa Radegonda, 16, do lado da galeria. Dei sorte e não tinha nenhuma fila, paramos ali para comer . É tipo um pastel mas de massa mais fofa, de comer de joelhos. Dois já fizeram uma boa base para o que nos esperava em seguida.

Panzerotti no Luini (Eu sei que a foto tá ruim. Estava difícil babar e tirar a foto ao mesmo tempo).

Bueno, dali partimos para outro lugar legal: o Baladini, que fica na Via Solferino 56.

O lugar é muito bonito. A cervejaria existe desde 86, e desde então eles vem crescendo. No site deles ( www.baladini.it) tem mais dá história deles. Lá tomamos o XYAUIÙ, uma barley wine de produção deles e uma outra Pilsen, que sinceramente, esqueci o nome. O lugarzinho é bem aconchegante e tem uma atmosfera meio Bauhaus, bem interessante. A decoração e a pintura surpreendem bastante. Fomos muito bem atendidos e deu pra aproveitar bem a cerveja no lugar.

Teto e paredes do Baladini de Milão.

Aí bateu a fome. Fomos ao Eataly que, obviamente, dispensa apresentações. O lugar é muito massa e resolvemos comer uma pizza. A pizza era bem boa, grande e barata. Acho que deu €24, o que pra Eataly tava bem razoável. Não era qualquer pizza.

Aí a gente deu mais uma volta, passamos pela sede do Unicredit, e tocamos para o Saloon of the Artist’s. O lugar fica na Via Giovanni Battista Noccolini, número 24 e estava meio vazio, afinal de contas era uma terça-feita. Eles tem uma bela variedade de cervejas artesanais e uma lareira para esquentar o lugar no inverno. A decoração é bem rústica, bem “roots”. Vale a pena conhecer. Pra fechar a noite com chave de ouro um velhote de uns 2 metros de altura veio me tirar pra bobo antes de sairmos.

Sorte dele que eu não estava entendendo uma palavra do italiano que ele falava. Ou minha sorte.

Para conhecer mais sobre Milão: Milão nas Mãos


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